The forgotten Light of day, waiting for me outside of this cave

Crítica à Psiquiatria | Criticism to Psychiatry

Atualizado: Out 11

Crítica à Psiquiatria | Criticism to Psychiatry

A Ciência do normal

Ser normal é ser comum, como a maioria; como o mundo.

No momento do mundo, onde a insanidade mesma já passa a ser normal, comum.

Ser normal, comum, cada vez mais; é ser insano.


A psiquiatria é a ciência do normal.

Ela mesma já teve que ceder ao mundo 1 vez:

A homossexualidade condenava, como o mundo;

Até que o mundo cedeu; se rendeu; desceu.


Por aí o justo, que não cede ao mundo, pode ver;

O poder que domina o mundo; a ciência do normal; do eterno escravo do mundo.


Está chegando o momento: novo momento do mundo.

O trauma da dor de tanto se alargar; será comum - sociopatia.

Aí, mais uma vez, o mundo vai ter que ceder; se render; descer.


Aí vai ter que ceder a psiquiatria; escrava do mundo; a ciência do não-ser.


Essas palavras me condenam; pois sou eu também escravo do mundo.

Quem não é, atire a primeira pedra.

Porém mais livre que o normal eu sou; pois, apesar de cego,

Vejo o que o normal não vê.


Vejo que quem vive para ser normal, é na verdade escravo; escravo do mundo.


Ouçam os Verdadeiros Mestres:

“No mundo, tereis tribulações – tende confiança; eu venci o mundo.”

- Jesus Cristo

“Sê nesta vida como se fosse um estranho, e age como se estivesse de passagem.”

- Profeta Maomé

Ouçam o que diz o sábio:

"Há mais coisas entre o céu e a terra do que pode imaginar nossa vã filosofia."

- William Shakespeare

O DESTINO DOS INSENSATOS

O presente capítulo é um surpreendente paralelo ao início do Livro da Sabedoria de Salomão, que faz parte da Bíblia do Antigo Testamento:


“Dizem consigo os que pensam erradamente: breve e cheia de tédio é a nossa vida, nem há refrigério quando o homem morre; nem consta que alguém tenha regressado do Além; do nada nascemos, e depois disso será como se nunca tivéssemos existido; pois a nossa vida é como a fumaça e como o sopro das nossas narinas; o pensamento não passa de uma centelha nascida do movimento do nosso coração; quando se apaga reduz-se a cinza o nosso corpo, e o nosso espírito se desvanece como ar sutil; passa fugaz a nossa vida, como o rasto de uma nuvem, e se dissolve em vã neblina, que os raios solares dissipam e fazem cair com o seu calor. O nosso amor será olvidado através dos tempos e ninguém se lembrará das nossas obras; uma sombra apenas é a nossa existência e não há repetição, depois de terminada, porque está sob sigilo, e ninguém regressará.


Vamos pois e gozemos das coisas boas, enquanto existem! Aproveitemo-nos do mundo sem tardança, enquanto somos jovens! Folguemos no meio de preciosos vinhos e unguentos, e não deixemos de colher uma só das flores da primavera! Coroemo-nos de rosas antes que murchem! Não haja prado algum em que não campeie a nossa luxúria! Pois é esse o nosso quinhão e o destino da nossa vida!”


Ninguém consegue libertar-se desta tirania da matéria e da mente se não tiver a visão nítida do espírito.


Sattva é o único poder de dominar rajas e tamas.

FORÇAS DA NATUREZA

Neste capítulo refere-se Krishna à concepção básica que a filosofia oriental tem da Natureza, composta de três gunas ou atributos: sattva, rajas e tamas, que poderíamos traduzir por luz, fogo e trevas.


Quando refletidos no microcosmo hominal, esses atributos do macrocosmos mundial aparecem como sabedoria, cobiça e ignorância. Quando o homem é plenamente iluminado, ou até lucificado, pela luz da intuição espiritual, que é sapiência (sattva), a visão da suprema Realidade, acha-se ele totalmente liberto do fogo da cobiça, dos desejos e de qualquer ganância, e também totalmente liberto das trevas da ignorância.


A ignorância (avidya) é a base profunda dos desejos ou da cobiça, que mantém o homem no sansara do nascer-viver-morrer e não o deixa chegar ao nirvana do puro viver, que ignora nascer-morrer-renascer.


Entretanto, o homem iluminado pela sapiência de sattva não despreza o mundo de rajas e tamas; ele domina totalmente esse mundo mental e material, e não é mais por ele dominado e tiranizado.


Por isto diz o Bhagavad Gita que “o ego é o pior inimigo do Eu, mas o Eu é o melhor amigo do ego”. O homem plenamente realizado pela sapiência não é inimigo do mundo mental e material, mas serve-se desses mundos como meios para atingir a sua meta espiritual, consoante a sabedoria de Krishna: “O ego é um péssimo senhor, mas é um ótimo servidor”.


Bhagavad Gita de Krishna Dvapayana Vyasa (Traduzido e comentado por Huberto Rohden) . Versão de Ebook

O Bhagavad Gita, poema místico-filosófico, é o episódio mais célebre do grande épico indiano Mahabharata e o texto mais venerado pelos hindus. Um manual de assertividade, ele nos aponta que a humanidade encontra-se perdida entre dois caminhos: o da passividade, em que o homem, consciente das leis do karma, opta por não agir; e o da agressividade, de acordo com o qual o homem age movido pelos próprios interesses. O Bhagavad Gita então aponta um novo caminho, o caminho do sábio: o agir de acordo com a essência suprema do ser, agir segundo os mais nobres valores.

https://www.amazon.com.br/Bhagavad-Gita-Krishna-Dvapayana-Vyasa-ebook/dp/B08HR45XNG

Jesus e a lei antiga. (Mt 5, 17-20)

“Não julgueis que vim abolir a lei e os profetas; não os vim abolir, mas completar, pois em verdade vos digo que, enquanto não passarem o céu e a terra, não passará um jota nem um ápice sequer da lei, até que tudo chegue à perfeição. Quem, pois, solver algum desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim a gente, passará pelo ínfimo no reino dos céus. Aquele, porém, que os realizar e ensinar será considerado grande no reino dos céus.


Pois declaro-vos que, se a vossa justiça não for maior que a dos escribas e fariseus, não entrareis no reino dos céus.”


“Quem solver um destes mandamentos”...

Nas palavras de Jesus “quem solver um destes mandamentos, por menor que seja, será chamado pequeno no Reino dos Céus” – a expressão “solver” (em grego, lyein, em latim solvere) é geralmente traduzida por abolir, violar, transgredir, contrastando com todo o restante ensinamento de Jesus. Como poderia ser considerado pequeno no Reino de Deus um violador ou transgressor de um mandamento do Mestre? A palavra solver não significa dissolver, mas resolver, ou solucionar. Quem der uma solução teórica às palavras do Mestre é pequeno no seu Reino; mas quem realizar praticamente os mandamentos do Mestre, esse é considerado grande no Reino dos Céus; a auto-realização é a grandeza do homem cristificado.


HUBERTO ROHDEN, A MENSAGEM VIVA DO CRISTO (O Novo Testamento). Texto do Evangelho de Jesus Cristo, Segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, Traduzido do Original Grego do Primeiro Século e Comentado por Huberto Rohden . Versão de Ebook, Página 82.


"Psychiater Europas! Wahret Eure heiligsten Diagnosen!" ("Psiquiatras da Europa! Protejam seus santificados diagnósticos!"), diz a inscrição no desenho de Emil Kraepelin, que introduziu o conceito de esquizofrenia, "Bierzeitung", Heidelberg, 1896
"Psychiater Europas! Wahret Eure heiligsten Diagnosen!" ("Psiquiatras da Europa! Protejam seus santificados diagnósticos!"), diz a inscrição no desenho de Emil Kraepelin, que introduziu o conceito de esquizofrenia, "Bierzeitung", Heidelberg, 1896

Anti-psychiatry

Anti-psychiatry is a broad movement based on the view that psychiatric treatment is more often damaging than helpful to patients. Followers of anti-psychiatry are motivated by a diverse set of objections. Objections encompass the whole range of controversies about psychiatry. They may include concerns about the effectiveness and potential harm of treatments; for example, followers of anti-psychiatry may point out dangerous procedures.


More commonly, however, activists focus on philosophical and ethical concerns about both the nature of psychiatry and its practices. For example, these activists may acknowledge that treatments may be efficacious to some degree, but will object to the circumstances under which the treatment was administered. They may also view psychotherapy or taking psychoactive medication as an inherently unnatural and unethical practice, shaped by social and political concerns rather than concerns about the health of patients. They may believe that “judgements on matters of sanity should be the prerogative of the philosophical mind”, and that the mind should not be a medical concern. Some activists reject the psychiatric notion of mental illness.


Anti-psychiatry considers psychiatry a coercive instrument of oppression due to an unequal power relationship between doctor and patient, and a highly subjective diagnostic process. Wrongful involuntary commitment is an important issue in the movement.


https://en.wikipedia.org/wiki/Anti-psychiatry

Crítica à Psiquiatria - Vídeo gravado em 9 de março de 2021

Neste vídeo eu leio o texto num teleprompter. Gravei antes do problema no intestino que tive, dia 28 de março. Opinião simples e imatura. Não tinha intenção de divulgar a minha opinião, mas de ganhar dinheiro através de um curso de youtuber, curso criado por um daqueles bem sucedidos que acham que encontraram a fórmula infalível para ficar milionário. O que não mostram é que são pouquíssimos os que conseguem ser bem sucedidos. E dizem sempre que só não tem sucesso quem não quer e coisas assim, pra atrair o maior número de alunos possível. Esse do curso que eu fiz tem a cara de pau de dizer que "não precisa do dinheiro do aluno", que "só quer ajudar". Típica conversa de vendedor. Que ilude e engana e joga com a esperança e o desespero de muita gente por aí.


Esses dois casos aconteceram comigo.